Sinopse
"Alemanha, 1949. No rescaldo da guerra, por entre o caos da derrota, o país é palco de todo o tipo de negócios obscuros, fraudes e intrigas políticas. Para Bernie Gunther, Berlim tornou-se demasiado perigosa e decide partir para Munique, onde voltará a trabalhar como detective privado. No entanto, o negócio está fraco e os clientes são poucos. Quando a bela Britta Warzok o procura - o marido, responsável por um dos piores campos de concentração da Polónia, desapareceu -, Bernie está longe de imaginar a terrível conspiração que se esconde por detrás deste caso aparentemente simples. Na Alemanha do pós-guerra, nada é o que parece ser e, de um momento para o outro, Bernie ver-se-á envolvido numa intriga política que o ultrapassa. Quem ditará as regras do jogo serão antigos médicos das SS, ex-nazis em fuga à justiça, agentes da CIA e organizações secretas que apoiam a fuga dos carrascos do Terceiro Reich. Conseguirá Bernie Gunther enfrentar os fantasmas do seu passado e destruir o legado de Hitler?"
Foi um livro que me deixou com um amargo de boca quando o cheguei ao fim. É um policial com um enredo muito bom, mas que no final me deixa com uma sensação amarga de que não é feita justiça e afinal o crime compensa.
Não é dos que gostei mais. Mas também não é dos que gostei menos. Serve também para não esquecermos as atrocidades que se praticaram durante a 2.ª Grande Guerra Mundial.
Não sou perita em crítica literária, mas gosto de dar a minha opinião sobre os livros que vou lendo. Se quiserem uma opinião de uma leiga, aqui fica ela...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
O complexo de Portnoy - Philip Roth *****
Ainda comecei a ler o "Julie e Julia", mas confesso: ao fim das primeiras páginas achei aquilo tão enfadonho, tão sem graça, que o tive que largar. Para mim é mais um daqueles casos de livros que passam a filmes e quem não leu o livro e vê o filme (ou apenas o trailler, como no meu caso), acha que deve ser um livro engraçado de ler. Não é. pelo menos para mim, não é.
Passei então a este livro, "O complexo de Portnoy". Já tinha lido anteriormente "Património" do mesmo autor e, por vários sítios onde li sobre este livro, pareceu-me que iria gostar. E gostei mesmo. Comecei a lê-lo há muito tempo. Acho que terá sido em Outubro. Mas apenas li as primeira vinte páginas. Entretanto, com esta coisa das festas e com os crochets e as malhas a sobreporem-se à leitura, fiz uma pausa. Não era para os livros que eu estava virada. Tenho fases.
Entretanto, passou o Natal e apesar de continuar com os meus "hobbies", não me estavam a satisfazer. Faltava-me qualquer coisa. Não estava a relaxar o que era habitual com o que andava a fazer. Apercebi-me que estava a sentir falta dos meus livros. E ontem resolvi pegar outra vez no livro que tinha deixado de lado. Resultado: Desde ontem que não parei de o ler (claro que apenas enquanto estou em pausas - antes de dormir, no autocarro para o trabalho e ao almoço).
Tenho a dizer-vos que já o terminei. É uma leitura alucinante. É um monólogo de um Alexandre Portnoy nas suas sessões com o psicanalista em que fala da relação directa entre a sua sexualidade e a sua infância dominada pela sua mãe judia ("A figura mais inesquecível que alguma vez conheci"). Tem partes marcadamente eróticas (pornográficas, porque não) algumas das quais me deixaram sem fala durante momentos (por exemplo a parte em que ele fala do fígado que encontrou no frigorífico lá de casa).
É um livro divertido e de leitura compulsiva. Leiam e comprovem.
Passei então a este livro, "O complexo de Portnoy". Já tinha lido anteriormente "Património" do mesmo autor e, por vários sítios onde li sobre este livro, pareceu-me que iria gostar. E gostei mesmo. Comecei a lê-lo há muito tempo. Acho que terá sido em Outubro. Mas apenas li as primeira vinte páginas. Entretanto, com esta coisa das festas e com os crochets e as malhas a sobreporem-se à leitura, fiz uma pausa. Não era para os livros que eu estava virada. Tenho fases.
Entretanto, passou o Natal e apesar de continuar com os meus "hobbies", não me estavam a satisfazer. Faltava-me qualquer coisa. Não estava a relaxar o que era habitual com o que andava a fazer. Apercebi-me que estava a sentir falta dos meus livros. E ontem resolvi pegar outra vez no livro que tinha deixado de lado. Resultado: Desde ontem que não parei de o ler (claro que apenas enquanto estou em pausas - antes de dormir, no autocarro para o trabalho e ao almoço).
Tenho a dizer-vos que já o terminei. É uma leitura alucinante. É um monólogo de um Alexandre Portnoy nas suas sessões com o psicanalista em que fala da relação directa entre a sua sexualidade e a sua infância dominada pela sua mãe judia ("A figura mais inesquecível que alguma vez conheci"). Tem partes marcadamente eróticas (pornográficas, porque não) algumas das quais me deixaram sem fala durante momentos (por exemplo a parte em que ele fala do fígado que encontrou no frigorífico lá de casa).
É um livro divertido e de leitura compulsiva. Leiam e comprovem.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Sopro do Mal - Donato Carrisi *****
O Hipnotista - Lars Kepler *****

Acho que já deu para notar que este é um dos meus géneros favoritos de leitura. Thrillers que me agarram até à última página, com desfechos pouco prováveis.
Este é mais um desses livros. Agarrou-me logo. Não o considero tão brilhante como a trilogia Millenium, mas se continuarem neste caminho (Kepler "é" um casal de escritores), penso que chegarão lá.
Leiam. Se gostam do género, vale a pena.
amor em minúsculas - Francesc Mirales ****

Um livro muito leve, que se lê rapidamente. Gostei mais do "O melhor lugar do Mundo é aqui mesmo". Apesar de tudo, é uma história que pretende provar que as coisas boas estão aí para nos acontecer, temos é de nos abrir para elas.
"Nunca menosprezes as tuas sensações e os teus sentimentos, porque elas são tudo quanto possuis.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A sangue frio - Truman Capote *****

Um livro excelente. O relato verídico de um assassínio chocante e violento de uma família, por motivo algum. Ao pormenor, Truman Capote descreve-nos todas as personagens envolvidas no caso, os seus sentimentos, os seus motivos, os seus carácteres.
Posso estar a dizer um grande disparate, mas este livro está muito no género dos livros que li anteriormente "Doida não e não! Maria Adelaide Coelho da Cunha" de Manuela Gonzaga e "As suspeitas do Sr. Wicher" de Kate Summerscale.
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