
Mais um. Este ainda melhor que o anterior. Uma história aterradora com um final que não lembrava a ninguém. Alucinante. Mesmo.
"Estamos ao lado de pessoas de quem pensamos saber tudo, mas de quem não sabemos nada..."
Não sou perita em crítica literária, mas gosto de dar a minha opinião sobre os livros que vou lendo. Se quiserem uma opinião de uma leiga, aqui fica ela...


Um livro muito leve, que se lê rapidamente. Gostei mais do "O melhor lugar do Mundo é aqui mesmo". Apesar de tudo, é uma história que pretende provar que as coisas boas estão aí para nos acontecer, temos é de nos abrir para elas.
"Nunca menosprezes as tuas sensações e os teus sentimentos, porque elas são tudo quanto possuis.


vou descobrindo tesouros. Descobri que sou a feliz proprietária de 4 livros da Jane Austen (Orgulho e Preconceito, Sensibilidade e Bom-senso, Ema e Mansfield Park) e 1 da Charlotte Brontë (Jane Eyre) comprados entre 1943 e 1947, por uma tia que "devorava" livros e de quem herdei o gosto pela leitura.
Adorei. A parte da vida de Jesus Cristo que faltava contar. Sim, porque, como diz Biff, Jesus (Jesua no livro) teve que fazer alguma coisa entre o seu nascimento e os 33 anos....

Já falei destes livros no meu outro blog. Volto a repetir: Fantásticos. Tivesse eu podido e tinha-os lido todos de uma assentada (o 1º tem 500 páginas, o 2.º 600 e o 3.º 700, mas nem se dá por isso). O terceiro então é de um ritmo alucinante. Aconselho vivamente. Pena que o autor tenha morrido e não tenha escrito os outros 7 que tencionava escrever. De certeza que seriam tão bons como estes.
"Há famílias que encontram diferentes registos de comunicação e que apesar de parecerem inusitados à generalidade das pessoas, resultam num perfeito entendimento. Este é o caso deste romance escrito em simples notas deixadas, ao longo de quase um ano, na porta do frigorífico, por mãe e filha. A mãe é uma mulher de 44 anos, divorciada, cuja profissão, médica obstetra, a absorve tanto que não lhe deixa tempo para falar com a filha de 15 anos. Minutos de desencontro que lhe permitem somente deixar pequenas notas coladas na porta do frigorífico da casa onde ambas habitam. Através das notas ficamos a conhecer a vida destas duas protagonistas e a triste notícia de que a mãe sofre de cancro mamário. Um enredo original pautado pelo melodrama. "
"Podemos aprender a ser felizes? Sim, sem dúvida. De acordo com o professor do mais popular curso da Universidade de Harvard, a felicidade é uma competência que pode ser aprendida. Baseado na sua própria experiência, e em décadas de pesquisa na área da Psicologia Positiva, Tal Ben-Shahar mostra como é possível combinar a felicidade a curto-prazo (o prazer) com a felicidade a longo prazo (o significado que conferimos à nossa vida)."
"Até ao Amanhecer conta a história do Verão em que Michael Greenberg é confrontado com a doença bipolar da sua filha adolescente, uma transformação dramática que mudará para sempre a vida de Sally e de toda a sua família."